Clotilde — Clo, para quem a conhece.
Vinte anos a fazer doces com tempo, com mãos e com método.
Antes da marca havia já um negócio: anos a trabalhar por encomenda, com o passa-palavra a trazer cada novo pedido. Os doces da Clo já tinham clientes — faltava-lhes só uma casa.
A Casa Clo é esse passo: dar nome, lugar e cerimónia a um trabalho que já existia.
Da pastelaria à mesa de evento.
A Clotilde começou por uma formação em pastelaria* e, dali, foi-se fazendo no ritmo certo: o ritmo da bancada, do forno, da repetição que ensina mais do que qualquer livro.
Passou anos numa pastelaria — onde aprendeu o tempo das massas, a constância, a importância de uma vitrina que abre todos os dias com a mesma exigência.
Mais tarde, foi para uma empresa de catering que servia eventos privados: casamentos, festas, mesas pensadas ao detalhe. Foi aí que se afinou o gosto pelas pequenas peças, pelos monogramas, pelas cores coordenadas com o ambiente. Foi aí que percebeu como uma mesa doce consegue ser, em si mesma, um momento da celebração.
Em paralelo, foi-se construindo um negócio próprio, ano após ano, à base de encomendas: bolos para a mesa de casa, caixas para oferecer, doces para festas. Sem letreiro nem montra — só o passa-palavra a trazer cliente atrás de cliente, de quem provou e voltou. Os doces da Clo nunca foram um nome formal. Mas tinham, há muito, clientela própria.
Hoje, esse percurso todo passa por uma cozinha mais sua — feita com calma, encomenda a encomenda, em Lisboa e Margem Sul. A diferença é que agora tem nome: Casa Clo.
* TODO: confirmar nome da escola/curso e atualizar este parágrafo.
Doces de casa, feitos com cerimónia.
A Clo prepara cada encomenda à mão, com tempo. Trabalha por pré-encomenda — não para criar fricção, mas porque os doces que faz não suportam pressa nem produção em massa.
Para a casa, prepara bolos, caixas e sobremesas pensadas para a mesa de família. Para celebrações, faz mesas doces, peças personalizadas e doces com monograma — afinados ao estilo, à cor e à dimensão de cada dia.
Em qualquer dos casos, o trabalho começa sempre da mesma forma: numa conversa, com tempo, sobre o que se está a celebrar.
O melhor pedido começa numa boa conversa.
Se está a preparar um evento, um presente ou só uma mesa de domingo, conte à Clo o que tem em mente — ela responde com calma, em 24-48h.